Nada nessa vida é tão difícil quanto viver, principalmente quando estamos contra a maré... quando nascemos não acreditávamos que passaríamos por isso, tantas adversidades que mostram que estamos caminhando para o lado errado, e depois quando passamos a pensar novamente na história da vida, lá estamos nós, contra a maré, se debatendo dentro de um rio de problemas e sentindo se submergir pela pressão...É assim que nos sentimos 99% das vezes, que estamos do lado contrário, que refletir e pensar AGORA pode ser muito tarde, que acreditar e viver, pode ser muito perigoso, então queremos dar um golpe de criatividade e audácia e então afundamos mais ainda, parece o fim, parece que não há mais esperanças, parece que as chances pereceram junto aos problemas que só aumentam e nos destrói.
Então nos esquecemos de 1% das vezes em que acreditamos que estamos próximo da vitória, que já estamos na posição para chutar e marcar o gol. Não um gol qualquer, um gol de virada, um gol não mais de refúgio mas de solução, quando paramos assistir o teatro de nossas vidas e começamos verdadeiramente atuar como protagonista, é esse o gol que quero marcar todos os dias pela manhã.
Todos os momentos de tristeza quero acreditar que a felicidade só depende mais um chute. Chute esse que decidirá toda história de quem o realiza. E aí? Bola pra frente?
Dedico essa postagem à Júlia Araújo a menina que alimenta sonhos de quem a conhece ou ja conheceu, sonhos como nunca perde-la ou jamais ser esquecido por ela, uma pessoa que até da sua forma mais simples sabe ser única e inesquecível e Amanda Silva, menina que ao nascer recebeu um dom chamado carinho, e é esse o carinho que ela sabe dividir com quem ama e, muitas vezes, até com quem não gosta dela, um exemplo a ser seguido.
Duas meninas que não só me ensinaram a chutar quando parece que a situação está contrário, como também me ensinaram que as regras do jogo da vida quem faz somos nós. Meninas, obrigado por serem quem são em minha vida e por um dia terem me dado o privilégio de ser seu amigo.





Tem dias que paro para ouvir hinos de adoração a Deus, ontem foi um deles...eu estava ouvindo o hino “Abraça-me”, de André Valadão, e senti que havia alguém me abraçando. Isso me deixou “cheio”, completamente cheio de vontade de chegar mais perto de Deus.
Acho que nunca usei esse blog para falar de filmes, mas resolvi estreiar essa área com de um modo um tanto diferente. Não é diferente por eu falar de um filme, mas é diferente por eu falar de um filme cujo qual eu ainda não assisti: O Rei da Água.














A primeira missão imprescindível de amar é saber que a pessoa amada é capaz de ceder as qualidades que você viu nela e de repente começar a se transformar em uma pessoa não tão agradável, mas tome cuidado com uma máquina fatalmente mortal: o coração.










